Meu perfil
BRASIL, Sudeste, ARAXA, CENTRO, Homem, de 20 a 25 anos, Cambodian, Afar, Livros



Arquivos
 03/06/2007 a 09/06/2007
 20/05/2007 a 26/05/2007
 22/04/2007 a 28/04/2007
 15/04/2007 a 21/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 11/03/2007 a 17/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 11/02/2007 a 17/02/2007
 21/01/2007 a 27/01/2007
 07/01/2007 a 13/01/2007
 24/12/2006 a 30/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 26/11/2006 a 02/12/2006
 05/11/2006 a 11/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 08/10/2006 a 14/10/2006
 01/10/2006 a 07/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 06/08/2006 a 12/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 23/07/2006 a 29/07/2006
 09/07/2006 a 15/07/2006
 02/07/2006 a 08/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 16/04/2006 a 22/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 26/03/2006 a 01/04/2006
 19/03/2006 a 25/03/2006
 12/03/2006 a 18/03/2006

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 Meu Antigo Blog
 BOL - E-mail grátis
 Cão Danado 2
 Caossada pisada por Ricardo Wagner
 Zumbi Escutando Blues
 O Cárcere das Asas
 Balaio de Letras
 Loba
 karen Debertolis
 Carlos Besen
 Célia Musilli
 Ana Peluso
 Flávio Offer
 Wickerpark
 Antimercadoria
 verdeamarelo
 Albergue Noturno
 Reconstruindo ideias
 Na ponta do lápis
 Eliane Potiguara
 Inquietações
 Casa de Paragens
 Retorno ao quarto poder
 Trocando em miúdos
 Metamorfose Pensante
 Anarkistas no kaos 2
 Sonnen
 Eu, eu mesmo, e Alex
 as-vezes-ceu-azul-as-vezes-tempestade
 Pontos Cegos
 Noturnando
 O Canto da Calunguinha
 Janelas Abertas
 Blog Projeto Identidade
 Kity Amaral
 Quimeras
 Escritos de Larissa Marques
 Mentiras Perfeitas
 Prepúcio
 Girapemba
 Angel Cesar
 Flores, Pragas e Sementes
 Intensidade
 Peixe de aquário - Ana R.
 Civilizados
 Extremus
 Poesiarte
 Caraminholas - Marcos Pardim
 Experimentando - Carlos
 Gavetas e Janelas - Vássia Silveira
 Balada inabalável - Bia Pontes
 Amar Palavras
 Metamorfose de Monstros
 Viver em novo tempo - Ceci
 Lâmina Da Água - Cristina Oliveira
 Falaras - Salamar
 PVANN - Paola Vannucci
 Colecionador de pedras
 Mudanças e Adaptações - Clarice
 Guia de Poesia - blogs
 Nem Choro nem Vela para Mim
 Lua Mágica - Tânia Rúbia
 Nimbipolis - Nilson
 Outros Poemas - Wilson Guanais
 Palimpnoia - Loba
 Papel de Rascunho - Virna Teixeira
 Fina Flor - Mônica Montone
 O último apague a lu - Maria Clara Mazini
 Sebo
 Palavras à flor da pele - Fabiana Borges
 Lilian Rose Black
 Duas Partes - Elaine Lemos
 Escúchameporra - Jefferson de Souza
 Lowcura - Rodrigo de Souza Leão
 Doida de Marluquices - Marla de Queiroz
 Tristan e Isolda - Trsy
 Biografia Fictícia - Vandré Abreu
 Rascunho em preto e branco - Ayron de Melo
 Tirinhas Super Nilce - Ayron de Melo
 Michel Melamed




Stalingrado 2
 


GAVETA DE GUARDADOS

Tela de Joaquín Torres-García

Camaradas, resolvi vasculhar a gaveta - um monte de folhas soltas, escritas numa letra de garrancho inenarrável, descobri muito recentemente as maravilhas do computer! Pois bem, encontrei esse trecho de poema, que um dia espero terminar decentemente! Essas linhas foram rabiscadas por volta do ano de 1998! Comentem! Abraços!

 

VERSO APÓCRIFO 

Deusa mãe, senhora das matas,

ouça esse incrédulo

que deita a cabeça em travesseiro de poliéster

e não sente no corpo o toque da grama orvalhada.

 

Ouça esse pequeno ser que larga o corpo na cama

e não passeia com a alma pelas paisagens absolutas da criação.

Senhora das estepes e vilarejos

peço a ti, que fora esquecida nos castelos imemoriais,

devassada por novos deuses, queimada em fogueiras de palha:

 

lave as pestes do mundo com seu bisturi;

amenize nossas dors com o sopro de sua melodiosa voz;

salve-nos  com su soberbo toque;

dê-nos, no rastro de sua pena, um destino.

 

Deusa mãe, ouça agora esse que na ânsia em dormir não reza,

que na penumbra da incredulidade não crê.

Olhe por esse filho ingrato que não pronuncia seu nome nem recorre a ti com fé.

 



Escrito por l. rafael nolli às 23h15
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]