1 O poema de amanhã descansa em meu peito. Em estado selvagem, às vezes ele parte a galope pelo meu corpo, a sua crina solta ao vento, seus cascos ecoando no hall do meu tórax - mesclando-se às batidas do meu coração... ... seu relincho ecoando e se misturando lentamente a minha voz...
Eu o sei, como sei o bebê que cresce na barriga da Arabela; eu o sei, como sei que a noite de um dia futuro se inicia na sombra que {minha perna projeta.
2 Amanhã ele estará domado, pastando tranqüilamente em uma folha de livro.